Magno Toniolo conta como está sendo sua experiência no GRSP

Postado em: 13 de Março de 2019

“Minha experiência na Universidade de West Georgia está sendo muito boa. É a primeira vez que estou fora do Brasil, longe de casa e, apesar de ser uma pessoa desapegada, uma das coisas que preocupam todo mundo é a saudade do que deixamos para trás. Amo o Brasil, minha família, e claro, estou com saudade, mas nunca trocaria essa experiência por estar de volta a minha zona de conforto. Digo isso, não só pelo país. Estados Unidos, a maior potência mundial. Com certeza só por estar dentro dessa nação já é uma coisa boa, mas o que faz a diferença mesmo e te encoraja a continuar e dar o seu melhor são as pessoas. Os rotarianos te recebem de braços abertos, te convidam para fazer mil e uma coisas, anseiam por saber mais sobre o seu país, sua cultura, sua família, sua estadia em um país estrangeiro. Você realmente dá valor às pessoas e percebe que, apesar da língua diferente, comida, costumes, clima, no fundo somos todos iguais. Humanos, que querem viver unidos e em paz. Com certeza está sendo a melhor experiência da minha vida” – Magno Giovanni Gabriel Soria Toniolo.

Coordenadora da Subcomissão de Bolsas de Estudos no Distrito 4630, Jussara Perin do Rotary Club de Maringá Parque do Ingá está à frente desta subcomissão desde 2005. Atualmente cinco estudantes estão nos Estados Unidos pelo GRSP – Georgia Rotary Student Program e no total, 21 jovens já participaram do programa.

A seleção tem início em junho com a divulgação do edital. Os pré-candidatos aprovados nas inscrições recebem as orientações para documentação e exames de proficiência diretamente com o programa. Esse processo inicial vai até o final de setembro, quando todos enviam os documentos e efetivam as inscrições junto ao GRSP. De outubro a janeiro do ano seguinte, a equipe do GRSP trabalha na escolha e designação de universidades. 

“Em fevereiro, acompanhamos a angústia dos candidatos com os resultados do programa. Este processo de chamada dos aprovados pode ir até março. Em seguida, orientamos com o envio de documentação extra para as universidades, certificados de vacinação e emissão de vistos, apresentações culturais e pessoais a serem feitas durante o período de permanência, assim como os detalhes finais antes da partida, como presentes para as famílias hospedeiras, uniforme, apresentação no primeiro conclave com todos os participantes”, explica Jussara. 

Em agosto os estudantes embarcam. “Adoro ver a transformação pelas quais muitos passam, o nível de independência que adquirem. Costumo dizer que o processo de seleção deste programa vai se afunilando naturalmente, revelando aqueles que certamente farão grande uso desta experiência maravilhosa e vivência com o Rotary. Ficamos muito felizes com a constatação do amadurecimento como pessoas, seja na escolha de suas profissões, amizades pra toda a vida, novos rumos que possam vir a seguir”.

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